E que bom que tem limite! Um dia a mascara cai…
Antes eu até achava que falsidade era algo natural, inerente ao ser humano e que sem ela seria difícil o mundo ser o que é. Imagine se as pessoas começarem a falar tudo o que pensam? Seria o caos!
Imagina o colega de trabalho dizendo que não te suporta? O namorado dizendo a namorada que não havia ligado porque não estava com saco de escutá-la reclamar? O marido dizendo pra esposa que ela esta enorme de gorda!? O candidato a prefeito dizendo para o eleitor suas verdadeiras intenções no cargo público?
Por isso acredito que moderadamente deve mesmo existir falsidade… Se é que podemos chamar assim a conduta de achar a pessoa um saco e mesmo assim ser político…
Mas acontece que algumas pessoas abusam, passam dos limites, especialmente quando se trata de amizade! Numa época é seu amigo, na outra seu inimigo, numa época fala com você em outra finge que é mudo… Que preguiça de pessoas assim…
Para 2013 quero cremar a tolice de algumas pessoas no fogo do discernimento e depois jogar as cinzas no mar da vida… Cremar meus medos de ser mal interpretada… Cremar a falta de educação de alguns que saem de casa e esquecem de carregá-la consigo… Cremar a falta de profissionalismo… Cremar o laço afetivo que me faz mal e me libertar…
E a cremação começou no exato momento que eu comecei a escrever esse post… Nesse momento, a única coisa que tenho vontade de fazer é cantar a música “Liberdade, liberdade, abra as asas sobre nós”…
Vai entender?