Eu também estou de luto!
Morreu José Genésio Leal, meu primo!
Ele foi assassinado na cidade Natal da minha mãe “Bocaína – PI”, após cair numa emboscada.
Não consigo descrever o tamanho da tristeza e da indignação que tomaram conta da minha família nesses últimos dias. Solidarizo-me com todos os meus parentes que estão distantes e amigos do Zé “como era conhecido” em mais um momento de revolta, oriunda da violência que toma conta até das menores cidades do nosso país.
Acompanhei o sofrimento da minha mãe, que o considerava, como o irmão que ela não teve (Quem conhecia a amizade dos dois, não colocaria em cheque essa informação) e apenas consigo fazer uma leve noção do sentimento de tristeza e devastação por que passa os parentes mais próximos dele.
Não consigo descrever o tamanho da tristeza e da indignação que tomaram conta da minha família nesses últimos dias. Solidarizo-me com todos os meus parentes que estão distantes e amigos do Zé “como era conhecido” em mais um momento de revolta, oriunda da violência que toma conta até das menores cidades do nosso país.
Acompanhei o sofrimento da minha mãe, que o considerava, como o irmão que ela não teve (Quem conhecia a amizade dos dois, não colocaria em cheque essa informação) e apenas consigo fazer uma leve noção do sentimento de tristeza e devastação por que passa os parentes mais próximos dele.
O que consola a minha mãe é ter compartilhado ainda nesse ano a companhia desse primo que se foi…
Zé de Genésio era uma pessoa do bem… Zé era feliz…
O caso ocorrido com ele infelizmente não é exceção dentro da realidade do nosso país. Mas vou ter que jogar em lugar-comum aqui, ou seja: quando isso tudo vai parar? O que levou a essa situação? Existe solução para isso tudo? A impunidade vai continuar vencendo? Quando, e será que conseguiremos reverter esse triste quadro de violência impune em nosso país?
Sofro pelo assassinato cruel, sofro pela dor da minha mãe. Sei que dentro do peito dela lateja uma dor de um punhal… Mas sei que ela nesse ano teve oportunidade de dizer a ele “amo você”, “estou sempre aqui”, “me preocupo”, e tudo aquilo que circundam um sentimento sincero. Mesmo que não tenham sido feitas em palavras, quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam tanto…
Mãezinha, fique tranqüila. Não chore mais… Você viveu justamente o que deveria ser vivido em junho desse ano com ele. E olha que você nem iria para o Piauí antes de dezembro, né? Deus nos providencia muitas coisas divinas… Guarde todas as recordações boas e se conforte de que o lugar que ele esta agora, provavelmente é bem mais tranqüilo do que o nosso aqui…
E para você Zé, seu eu pudesse te dizer alguma coisa, diria apenas: Fique com DEUS, Descanse em Paz, a sua energia e alegria de viver fica de exemplo para nós aqui. O amor aqui dentro, nunca irá morrer, e você sempre vai morar nos nossos corações. Valeu, Primo! Até qualquer dia desses!