“Tem dias que trovoadas, trovões, relâmpagos ressoam na nossa cabeça. A tempestade cai, a chuva interminentemente não cessa. E nós ficamos além de encharcados no corpo, encharcados na alma… Molhados até a alma. Lavados, limpos? Talvez não”!!!
Eu sempre tive muito, mas muito orgulho mesmo, da minha profissão.
Jornalista.
Caí na assessoria de comunicação em empresas por acaso, mas foi uma paixão incontrolável. Estudei jornalismo na Unitau e resolvi fazer meu projeto de TCC em Assessoria empresarial… E não é que deu certo?
O começo foi muito difícil. É complicado às vezes competir com colegas que nasceram com pais envolvidos num ambiente empresarial. Eu nada mais era que a filha de um operário da Volkswagem. Quando era criança, empresa pra mim se resumia num ambiente que se ganhava dinheiro…
O tempo passou. Passou rápido. Em 2009 completo cinco anos de profissão, de comunicação empresarial. E percebo que, por mais que eu fale há muitas diferenças entre jornalismo e assessoria, tem uma coisa que não muda: a paixão pela área.
Por enquanto trabalho nessa área, mas hoje arremessei a minha toalha… Já pensei desistir tantas vezes, mas hoje sinto que chegou a hora da virada.
Sei que um dia, voltarei para essa área, porque paixão é como eu falei. Provoca crise de abstinência. Bem, mas ainda é cedo para sentir isso. Quero ir pra São Paulo, tentar algo por lá, ou de repente até aqui mesmo!?
Acho que o ser humano deveria aprender a respeitar os outros. Aprender a não falar sem saber. Aprender a conhecer as pessoas… Aprender que, sim, é possível ser mulher e saber assessorar a empresa nas decisões que muitas pessoas julgam ser inerentes aos homens.
Que preguiça que eu tenho do ser humano!!!
Hoje já chorei muito por causa disso… Mas eu aprendi que o mais importante é ter a consciência tranqüila, e eu tenho. Gritarias, falta de reconhecimento e dificuldades de ver que está errado está na natureza de algumas pessoas. Mas o que vale, o que vale mesmo, é o que você pensa de você mesmo.
E repito algo que escrevi num e-mail hoje:
“Quando olho para trás e vejo o que fiz no meu trabalho, uma das coisas que mais me orgulha é ter ajudado a criar uma empresa que, em virtude dos seus valores, prática e sucesso está se destacando no mercado. Mas me orgulho mais de estar deixando pra vocês uma empresa que poderá continuar sendo um modelo mesmo sem mim”…
Eu sempre tive muito, mas muito orgulho mesmo, da minha profissão.
Jornalista.
Caí na assessoria de comunicação em empresas por acaso, mas foi uma paixão incontrolável. Estudei jornalismo na Unitau e resolvi fazer meu projeto de TCC em Assessoria empresarial… E não é que deu certo?
O começo foi muito difícil. É complicado às vezes competir com colegas que nasceram com pais envolvidos num ambiente empresarial. Eu nada mais era que a filha de um operário da Volkswagem. Quando era criança, empresa pra mim se resumia num ambiente que se ganhava dinheiro…
O tempo passou. Passou rápido. Em 2009 completo cinco anos de profissão, de comunicação empresarial. E percebo que, por mais que eu fale há muitas diferenças entre jornalismo e assessoria, tem uma coisa que não muda: a paixão pela área.
Por enquanto trabalho nessa área, mas hoje arremessei a minha toalha… Já pensei desistir tantas vezes, mas hoje sinto que chegou a hora da virada.
Sei que um dia, voltarei para essa área, porque paixão é como eu falei. Provoca crise de abstinência. Bem, mas ainda é cedo para sentir isso. Quero ir pra São Paulo, tentar algo por lá, ou de repente até aqui mesmo!?
Acho que o ser humano deveria aprender a respeitar os outros. Aprender a não falar sem saber. Aprender a conhecer as pessoas… Aprender que, sim, é possível ser mulher e saber assessorar a empresa nas decisões que muitas pessoas julgam ser inerentes aos homens.
Que preguiça que eu tenho do ser humano!!!
Hoje já chorei muito por causa disso… Mas eu aprendi que o mais importante é ter a consciência tranqüila, e eu tenho. Gritarias, falta de reconhecimento e dificuldades de ver que está errado está na natureza de algumas pessoas. Mas o que vale, o que vale mesmo, é o que você pensa de você mesmo.
E repito algo que escrevi num e-mail hoje:
“Quando olho para trás e vejo o que fiz no meu trabalho, uma das coisas que mais me orgulha é ter ajudado a criar uma empresa que, em virtude dos seus valores, prática e sucesso está se destacando no mercado. Mas me orgulho mais de estar deixando pra vocês uma empresa que poderá continuar sendo um modelo mesmo sem mim”…