Seguir… Parte II

É preciso amadurecimento e autopercepção para notar a diferença entre ‘demonstrar o que se sente’ e ‘mendigar o amor do outro’ – coisa que nunca defendi e nem pretendo fazê-lo agora; acredito que uma outra pessoa tem o direito de não gostar de você.
Se essa minha amiga demonstrou que não quer, que não pode retribuir o carinho que eu sinto, o mínimo que posso fazer é respeitá-la e – sobretudo – tentar manter minha autoridade moral diante deste ‘não’.
Simplesmente hoje, estou fazendo o que meu coração deseja. É bom se libertar desse negócio de “achismo” alheio. Faz tempo que eu queria uma revolução dentro de mim e agora já tenho.  O melhor é que recuperei minha vontade e inspiração para expor tudo isso.
Acredito que a partir desse adeus terei ventos mais leves, apesar de que a calmaria me incomoda. Tranqüilidade demais dá uma sensação de nada e a sensação de nada me faz perder as palavras e os sentidos…
Mas quando a minha mente tentar me distrair com reclamações, indignações e suposições, voltarei ao único tempo que realmente valeu a pena ter vivido na nossa amizade! Parece utopia, mas não é!
Uffa! Acho que a parte do “escrever” ficou pronta… Agora está mais fácil… Vou colocar uma cadeira vazia na minha frente e colocar pra fora tudo o que eu sinto e tudo o que eu senti nesses dois anos e dar o adeus definitivo!
Espero que funcione!

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